Finalmente conseguimos definir as novas editorias que serão lançadas na edição de aniversário da revista Mais Destaque. O novo projeto gráfico está em desenvolvimento, mas também estará pronto para o lançamento. São 14 editorias baseadas nas pesquisas realizadas durante a produção da edição 28.

A pesquisa foi realizada com mais de 200 jovens, que responderam à pergunta: “Que tipo de conteúdo uma revista cristã precisa ter para que você, de fato, leia a revista.” Os conteúdos que foram mencionados pela maioria foram os que inserimos, e criamos editorias para organizar as informações.

Confira o novo conteúdo no Blog da MD (clique).

Constatei que os jovens não lêem artigos. Se for de pastor, aí é que não lêem mesmo. Eles querem mais matérias com conteúdos diversos (que já foram passados por e-mail). Eles querem interatividade. Querem polêmica, depoimentos reais, histórias, personagens… resumindo: produção jornalística com assuntos que realmente os interessem. Não a opinião de uma só pessoa.

Diante disso, me adiantei e criei um novo blog (www.revistamaisdestaque.wordpress.com) e um perfil no Twitter @maisdestaque – onde quase diariamente tenho postado novidades do setor – coisas que poderão ser publicadas ou não, mas que criam um relacionamento com o público de futuros assinantes da revista. No Twitter já tem mais de 450 seguidores da MD. Isso nos coloca na vanguarda em relação à Casa Publicadora Brasileira.

Produzir um conteúdo que atenda às necessidades do público-alvo da revista, demanda investimento na produção do mesmo. Se o objetivo for produzir um veículo que gere receita por assinatura, subsidiado por anunciantes – o que é diferente de se ter uma revista só para anunciantes e de distribuição gratuita. Para gerar um conteúdo vendável, que alguém esteja disposto a pagar um real que seja por ele, vamos precisar investir muito mais tempo e energia, estudo e planejamento do conteúdo – e não simplesmente ir copiando e colando textos ruins que ninguém quer ler. Eu acredito que se algo merece ser publicado, merece ser lido. Se não será lido, para que publicar?

Nos últimos 5 anos tenho me dedicado bastante ao estudo e prática de edição de conteúdo. Por isso, e diante das pesquisas que realizei, tenho plena convicção de que estou preparada para produzir o conteúdo que a MD precisa para crescer.O trabalho é sério, exige responsabilidade, profissionalismo, planejamento, metas, agenda e criatividade.

O pessoal vai ter que invetir pesado em conteúdo. Ou seja, em mim.

Ainda precisamos criar um novo projeto gráfico. Dar as diretrizes para o conteúdo que os leitores desejam ler, conforme a pesquisa realizada. Negociar o abastecimento de conteúdo para o Twitter e do Blog – que são ferramentas de comunicação fundamentais para a interatividade com o público alvo da revista. Dá mais trabalho, gasta mais, porém, é o investimento necessário para alcançar seus objetivos e ambições para essa revista que tem todo o potencial para se tornar uma revista nacional com o conteúdo que importa na vida do jovem cristão.

Proposta de trabalho para a edição de aniversário e próximas:

Desenvolvimento de um novo projeto gráfico e identidade visual para as editorias; Desenvolvimento de editorias novas, baseadas na pesquisa realizada com o público-alvo; Interatividade entre o conteúdo, sua produção e diário de bordo no Blog e Twitter

Conteúdo: a revista terá menos artigos e mais matérias. Mais fontes nas matérias. Depoimentos e fotos dos jovens reais. Saídas para reportagens (não se faz jornalismo sentado na cadeira). Ao invés da opinião de uma só  pessoa em um artigo para cada editoria (como tem sido até agora – cada editoria é um artigo), as sugestões e experiências de várias pessoas em matérias jornalísticas na linguagem de revista jovem, moderna e cristã. Um texto leve e cheio de energia positiva, alegre e polêmico, verdadeiro e motivador. Especialistas serão consultados para serem fontes de informação e não para escreverem textos precários. Publicaremos apenas artigos encomendados e de pessoas que realmente já saibam escrever.  Cada edição, antes de ser produzida, terá uma produção de pauta completa. Não aos picados. Podemos ter matérias pagas (informe publicitário), mas o conteúdo será separado para dar credibilidade à revista. As notícias de cidadania geral terão foco em atender as necessidades do público jovem nas questões de carreira, profissão, cursos, dicas, lazer, educação, saúde. E as notícias do mundo cristão também precisarão ter um foco, e não jogadas apenas para preencher espaço. Precisamos focar nos assuntos de interesse público e nas novidades. Precisamos dar voz a quem tem algo a dizer. E satisfazer as necessidades espirituais e de conteúdo prático – itens mais solicitados pelos jovens entrevistados.

Proponho à Mais Destaque satisfazer todas essas necessidades com o meu expertise. E também atender à demanda na área publicitária – já que também possuo essa formação (embora incompleta, mas o suficiente).

Cronograma de trabalho:

A) Pauta anual – para que a revista tenha continuidade e que na edição anterior possamos anunciar algumas coisas que virão na próxima (isca).

B) Pauta da edição – para verificar como andam as pautas pré-determinadas, verificar se algum assunto mais quente merece deixar alguma matéria na gaveta. Analisar conteúdo Wiki  – e selecionar os publicáveis. Decidir os concursos culturais e prêmios. Os ganchos para a próxima edição… e o destaque editorial que todas as matérias devem tomar. Cada edição terá um tema X que se desdobrará e aprofundará nas editorias. Numa progressão textual coesa e motivadora.  Convidar jovens e pastores para a reunião de pauta. Assim, o conteúdo terá cada vez mais a cara deles, além do vínculo. Eles podem ajudar a traçar os objetivos da pauta – e as informações que realmente querem, pois muitas vezes podemos produzir uma pauta que só tem o tema que eles desejam e precisam, mas no conteúdo fica um vácuo. Essas reuniões podem ser presenciais ou Online, pelo Twitter, Blog ou MSN.

C) Riscado da diagramação para o cumprimento da pauta. Determinar antes se vai ter Box, olho e imagem, e onde vai ficar na diagramação. Já que a MD não trabalha com diagramador jornalista, isso é necessário, pois não combina depois de duas semanas que a matéria foi entregue, o diagramador dizer que está sem ideia para diagramar tal matéria.  Nisso, deverá ser determinado o número exato de toques que a matéria e o Box devem conter, para evitar buracos e linhas a mais.

D) Trabalhar em conjunto com edição e diagramação – enviando arquivos do InDesign e/ou PDF para análise, assim que cada matéria for sendo entregue e diagramada. Não deixar para diagramar tudo de uma vez, pois isso bloqueia a criatividade.

E) Separar páginas de conteúdo de páginas de anúncios. Qual é a meta de anúncios por edição? Deixar as páginas de anúncios pré-determinadas e as de conteúdo também, sempre deixando conteúdo na gaveta para o caso de sobrar espaço.

F) Produção das pautas determinadas. Trabalhar com antecedência. Matérias frias serão produzidas antes da edição X, para termos várias opções na gaveta para emergências.  Por exemplo, entrevista da seção Retrato já fiz duas a mais.

G) Diagramação da matéria – assim que terminar, enviar em PDF para que eu possa conferir se a diagramação não se perdeu do projeto gráfico e se condiz com o conteúdo e o destaque adequado para a abordagem. Trabalhar sempre em parceria e linearidade de pensamento para dar o conteúdo que o leitor merece com a “cara” que o conteúdo merece.

H) Revisão em São Paulo (pelo amor de Deus… não tem sentido imprimir, mandar pra outra cidade impresso e esperar uma semana pelo retorno da revisão. Até lá a gente já esqueceu o conteúdo e é trabalho dobrado ter que retomar depois de tanto tempo. Precisamos otimizar isso, ser mais práticos. Nem que a pessoa pague para fazer isso,  não compensa. Revisão de uma revista como essa é feita em uma tarde).

I) Prazos: Três editorias de uma página por semana. Editorias de mais de uma página, uma por semana. Todas produzidas dentro dos padrões de qualidade determinados, com personagens, fontes de credibilidade e representativas – conforme linha editorial – começando pelo riscado para diagramação antes da produção e para o diagramador.

J) Produção de pelo menos um post (ou mais) no Blog e no Twitter, e envio semanal de links em newsletter no mailling que vamos começar a criar para leitores da MD.

Orçamento: Conseguimos chegar a um acordo. Que bom!

Nem estou me achando uma editora de conteúdo com o expertise adequado para a função. A reunião foi ótima. Depois de passar a tarde efetuando a revisão do texto com o Marcelo, o Rafael chegou calmo e sereno para conversarmos sobre os novos rumos editoriais, aprovou as ideias… e eu fiquei muito contente!

Menos jornalismo, mais informação
Com a popularização da Internet, todo mundo está convidado a ser jornalista
25/08/2009 – Daniel Agrela e Mariane Pinho
Embora muita gente não aceite, o jornalismo – tal qual conhecemos – está morrendo. De fato, para quem sempre viveu a adrenalina de um fechamento de jornal fica difícil acreditar que a figura romântica do repórter, o nobre intermediário da notícia, esteja próxima do fim. Com a popularização da Internet, todo mundo está convidado a ser jornalista. As pessoas não precisam mais de alguém para selecionar suas notícias.
Negar essa realidade é sempre a primeira reação. É natural. Mas não há como refutar que o crescimento do meio online e a importância exercida atualmente pelas redes sociais trouxeram mais agilidade às informações e, é claro, atingiram em cheio as empresas de mídia, especialmente jornais e revistas. Nem mesmo os cortes de pessoal, intensificados ao longo da última década para amenizar essa inevitável crise, possibilitaram a recuperação dos veículos impressos, que perdem leitores a cada dia.
Para fugir dessa tendência e abocanhar novos assinantes, os maiores impressos de São Paulo prepararam recentemente uma série de propagandas no horário nobre da TV. A Folha convocou os principais jornalistas da casa para participar de sua propaganda. Já o Estadão faz a seguinte pergunta: “quanto vale o seu conhecimento?”, dando ao leitor a opção de pagar o quanto quiser pela assinatura no primeiro mês. Ambos os periódicos tentam valorizar seus produtos, oferecendo conteúdo exclusivo, analítico e mais aprofundado.
Na verdade, os jornais sempre sofreram com a falta de instantaneidade das informações, prerrogativa do rádio, da TV e, mais recentemente, da internet – que vem tomando o espaço não só da mídia impressa, mas de todos os meios de comunicação tradicionais.
Enquanto os jornais investem em matérias analíticas, as revistas nas investigativas e a televisão no poder da imagem, a internet faz de tudo: podcast, vídeo e texto informativo e reflexivo. Ela cresce 21% ao ano, enquanto a taxa de crescimento dos outros meios se estabiliza ou cai. Cada vez mais, a Web se consolida como o centro do conhecimento descentralizado, um espaço da conversa multidirecional em que todos falam de tudo.
Talvez por isso a figura do jornalista como intermediário entre a informação e o público esteja em declínio. A força exercida pelas redes sociais como blogs, Orkut, LinkedIn, Facebook e Twitter já pôde ser percebida em diversos acontecimentos, como os relatos enviados por cidadãos iranianos no auge dos últimos conflitos, em um país com sérias restrições à cobertura jornalística tradicional. Isso prova que para uma notícia vir à tona não é preciso que haja um jornalista in loco para relatar os fatos. Eles podem vir diretamente da fonte, por meio de um blog, por exemplo.
O fato é que o jornalismo passa por um momento de transição, em que os veículos tentam se adequar à nova realidade digital. A internet caminha para abranger todas as áreas das nossas vidas e isso inclui a forma com que informamos e somos informados. É por isso que o futuro do jornalismo está na conversa. A notícia não estará mais nas mãos apenas dos jornalistas: ela está nas redes sociais, onde todos podem informar e debater. Quem estiver fora dessa discussão, também vai morrer. Precisamos nos adaptar.
* Daniel Agrela e Mariane Pinho são jornalistas e atuam como PR Digital na Cia da Informação.
www.ciadainformacao.com.br

Com a popularização da Internet, todo mundo está convidado a ser jornalista

Daniel Agrela e Mariane Pinho *

Embora muita gente não aceite, o jornalismo – tal qual conhecemos – está morrendo. De fato, para quem sempre viveu a adrenalina de um fechamento de jornal fica difícil acreditar que a figura romântica do repórter, o nobre intermediário da notícia, esteja próxima do fim. Com a popularização da Internet, todo mundo está convidado a ser jornalista. As pessoas não precisam mais de alguém para selecionar suas notícias.

Negar essa realidade é sempre a primeira reação. É natural. Mas não há como refutar que o crescimento do meio online e a importância exercida atualmente pelas redes sociais trouxeram mais agilidade às informações e, é claro, atingiram em cheio as empresas de mídia, especialmente jornais e revistas. Nem mesmo os cortes de pessoal, intensificados ao longo da última década para amenizar essa inevitável crise, possibilitaram a recuperação dos veículos impressos, que perdem leitores a cada dia.

Para fugir dessa tendência e abocanhar novos assinantes, os maiores impressos de São Paulo prepararam recentemente uma série de propagandas no horário nobre da TV. A Folha convocou os principais jornalistas da casa para participar de sua propaganda. Já o Estadão faz a seguinte pergunta: “quanto vale o seu conhecimento?”, dando ao leitor a opção de pagar o quanto quiser pela assinatura no primeiro mês. Ambos os periódicos tentam valorizar seus produtos, oferecendo conteúdo exclusivo, analítico e mais aprofundado.

Na verdade, os jornais sempre sofreram com a falta de instantaneidade das informações, prerrogativa do rádio, da TV e, mais recentemente, da internet – que vem tomando o espaço não só da mídia impressa, mas de todos os meios de comunicação tradicionais.

Enquanto os jornais investem em matérias analíticas, as revistas nas investigativas e a televisão no poder da imagem, a internet faz de tudo: podcast, vídeo e texto informativo e reflexivo. Ela cresce 21% ao ano, enquanto a taxa de crescimento dos outros meios se estabiliza ou cai. Cada vez mais, a Web se consolida como o centro do conhecimento descentralizado, um espaço da conversa multidirecional em que todos falam de tudo.

Talvez por isso a figura do jornalista como intermediário entre a informação e o público esteja em declínio. A força exercida pelas redes sociais como blogs, Orkut, LinkedIn, Facebook e Twitter já pôde ser percebida em diversos acontecimentos, como os relatos enviados por cidadãos iranianos no auge dos últimos conflitos, em um país com sérias restrições à cobertura jornalística tradicional. Isso prova que para uma notícia vir à tona não é preciso que haja um jornalista in loco para relatar os fatos. Eles podem vir diretamente da fonte, por meio de um blog, por exemplo.

O fato é que o jornalismo passa por um momento de transição, em que os veículos tentam se adequar à nova realidade digital. A internet caminha para abranger todas as áreas das nossas vidas e isso inclui a forma com que informamos e somos informados. É por isso que o futuro do jornalismo está na conversa. A notícia não estará mais nas mãos apenas dos jornalistas: ela está nas redes sociais, onde todos podem informar e debater. Quem estiver fora dessa discussão, também vai morrer. Precisamos nos adaptar.

* Daniel Agrela e Mariane Pinho são jornalistas e atuam como PR Digital na Cia da Informação.

TEXTO SUGERIDO PELO CLIENTE:

Você já imaginou seu filho sem presente no dia das crianças?

Então, ajude a ADRA a não deixar esse dia passar em branco para as mais de 300 crianças atendidas nos Núcleos Infantis de Araçariguama, Cotia, Cubatão, Ibiúna, Itanhaém e Osasco, no Estado de São Paulo.

A partir de R$ 10,00, você poderá tornar esse dia inesquecível. Para Apadrinhamento Mensal, peça maiores informações.

Ligue: 11 3545-0963

Doações: Banco Bradesco

Agência: 2296-0

Conta corrente: 125650-5

Acesse: www.adra.paulistana.org.br

ADRA | Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais | Paulistana – Brasil

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SUGESTÃO ENVIADA AO CLIENTE:

[mais subjetividade]

No Dia das Crianças 2009, adote um sorriso.

Temos 300  crianças que aguardam a sua contribuição para que também possam sorrir. Você pode apadrinhar um brinquedo com um depósito a partir de R$ 10,00. [indo direto ao ponto, mas com apelo emocional]

As crianças atendidas nos Núcleos Infantis de Araçariguama, Cotia, Cubatão, Ibiúna, Itanhaém e Osasco, agradecem o seu carinho. [indo direto ao ponto]

ADRA – transformando o mundo, uma vida de cada vez! [faltava o slogan nacional e oficial da ONG]

Doações: Banco Bradesco
Agência: 2296-0
Conta corrente: 125650-5

Para ser um padrinho mensal, ligue (11) 3545-0963  [Destacar essa informação na arte, com bold ou cx alta...]

www.adra.paulistana.org.br

ADRA – Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, Regional Paulistana [assim não precisa explicar o que é Adra Paulistana, já que é a mesma Adra no Brasil todo]

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Por Débora Carvalho

Acabo de ler a coluna de Lúcia Faria, no Portal Imprensa. Não pude deixar de também falar sobre o tema. Quero já deixar claro a você – cliente ou futuro cliente, que é melhor passar por um treinamento para dar entrevistas adequadas do que passar pelo “mico” de só aceitar dar entrevistas por e-mail, por medo de falar algo errado. Ou por não ter as ideias alinhadas.

Às vezes é o jornalista que pede. Envia as questões por e-mail e daí a fonte responde, o assessor corrige o texto e envia as respostas. Dependendo do assunto, pode não haver problema algum.

No entanto, algumas fontes fogem da imprensa. Contrata uma assessoria não para dar acesso, mas para ajudar a escondê-lo. Claro que isso ocorre mais em situações polêmicas, de investigação. Mas mesmo assim, não é desculpa. Se você tem algo a esconder, que não esconda por trás da covardia de não dar entrevista cara a cara ou por telefone, que seja.

Melhor aprender a se comunicar melhor. A assessoria de comunicação entende que alguns jornalistas são carniceiros. Também entende que dependendo do modo como a sociedade recebe determinada notícia (denúncia), mesmo que seja mentira é difícil limpar a imagem depois – já que o sensacionalismo é intenso e a retratação apenas uma nota, ou simplesments não se fala mais no assunto.

No entanto, dependendo do posicionamento que pretende ter diante da sociedade, a sinceridade é a melhor saída. Antes ouvir da sua boca do que ser desmascarado e passado por mentiroso mais pra frente. Exemplo: sua empresa passa por uma crise e vai precisar demitir 15% dos funcionários. O rumor chega à imprensa, e procurado você responde uma nota de que isso é boato e que está tudo sob controle. Até adia por uns dez dias as demissões. Mas elas acontecem. E a imprensa fica sabendo. Como fica sua imagem? Adiantou esconder a verdade?

Mas vamos a Lúcia Faria.

“Mas acho bom levantar a poeira debaixo do tapete de vez em quando. A questão está relacionada às constantes solicitações de entrevistas por e-mail. Algumas vezes os jornalistas é que insistem, em outras é o próprio cliente e seus assessores.

“Não acho esse processo salutar para nenhuma das partes. Uma imprensa preguiçosa só deseduca a sociedade. E agora que dei um tiro no pé, vou ter de responder àqueles jornalistas que vão rebater o texto com exemplos já ocorridos na minha empresa. Sim, já fomos obrigados também pelos clientes a pedir as perguntas previamente, a forçar respostas por e-mail e tudo o que combati nas linhas acima. Mas em nenhum momento eu disse que fazia diferente. Estamos no nosso papel. Cabe aos jornalistas das redações não aceitarem esse tipo de abordagem e não darem o primeiro passo.

Leia o artigo na íntegra:
A burocracia das entrevistas por e-mail

Por Débora Carvalho


Uma cabeça só não seria suficiente para o jornalista contemporâneo ser capaz de acompanhar as atuais exigências da profissão. Antigamente, as demandas eram distintas, segmentadas em áreas exclusivas. Alguém só para analisar e propor pautas. Outra pessoa só para apurar informações. O repórter nas ruas. O redator que escrevia com base nas informações do repórter e do apurador. O cara da diagramação. Revisor. Fotógrafo. Câmera. Editor de áudio. Editor de vídeo. Motorista. Operador de som. Locutor.

Hoje é diferente. O jornalista tem que saber o que aconteceu, o que acontece e o que vai acontecer ao seu redor e no mundo. Escrever em cinco linguagens diferentes: jornal impresso, revista, internet, rádio e televisão, com maestria. Texto impecável. Criatividade. Domínio das tecnologias para fazer o máximo de coisas sozinho.

Não existe mais pauteiro. Nem apurador. O repórter tem que entregar o texto final, impecável. Existe até vídeorepórter, que faz a matéria sozinho – com passagem e tudo – e edita o VT no notebook, no estacionamento do shopping onde parou para fazer um lanche – para chegar à redação com a matéria pronta para ir ao ar.

Além das exigências de múltiplas performances e habilidades, a estabilidade em carteira assinada também está em extinção. Vivemos em um novo mundo, onde o jornalista – além de multiuso – também precisa ser empreendedor.

Nesse cenário apocalíptico, o jornalista é um bicho de sete cabeças e dez chifres. Uma cabeça só não dá conta de tantas exigências. Quais você imagina que são? Minha sugestão é cultura, agilidade, proatividade, sensibilidade, tecnologia, empreendedorismo e humanidade.

1. Cultura

Além da popular, a erudita. História, atualidades, arte e costumes. Isso inclui conhecer bem o próprio idioma: estar entre os 28% da população com alfabetização plena. E mais. Na condição de comunicador, precisa ser capaz de falar com os 72% que não compreende bem o que lê. Nada de conversar com o próprio umbigo ou só com a elite e colegas de profissão.

2. Agilidade

Tudo é pra ontem nesse novo mundo. Vivemos na cultura do imediatismo. Então, é bom que os hábitos de vida do jornalista permitam que ele tenha um raciocínio muito veloz. Tem que digitar rápido, diagramar mais rápido ainda. Editar sem erros. Ir direto ao ponto. Não dá pra enrolar tempo na atividade e menos ainda enrolar o público com blá blá blá. O texto também precisa ter essas características, ser claro, objetivo, e de fácil leitura. Parágrafo que a gente precisa ler duas, três vezes para entender, só em artigos acadêmicos. Quando essa cabeça pega no sono a matéria não sai.

3. Proatividade

Degolar essa cabeça por achar que o beneficiado é sempre o próximo é a pior bobagem. Ser proativo, cheio de iniciativas e de bondade – com foco nos resultados e no bem-estar das pessoas – é a chave para aquela promoção. Ou demissão. O incrível é que ser demitido por um chefe incompetente e invejoso abre as portas para que você encontre seu espaço legítimo. É um favor que você recebe da vida, pois talvez não tenha coragem para pedir demissão.

4. Sensibilidade

Quando a sensibilidade fica com dor-de-cabeça é o fim. Pausa para férias. Sem sensibilidade, você fica com a percepção alterada. O texto fica péssimo, sem criatividade e sem nexo. Você não vai saber quando e com quem ser proativo. Vai deixar de fazer a pergunta mais importante. Talvez até publique uma barrigada sem apurar os dados – por falta de atenção. Não vai perceber as alfinetadas ou que está sendo capacho do colega, ou que você mesmo está agindo com grosseria ou arrogância. Sensibilidade é questão de sobrevivência.

5. Tecnologia

Conteúdo não é nada se ninguém tiver acesso. A tecnologia permite que os conteúdos cheguem às pessoas. O jornalista contemporâneo domina todas as novas tecnologias à medida que vão surgindo, e as aplica para facilitar a produção do seu trabalho.

6. Empreendedorismo

Pois é. Hoje, o jornalista sem espírito empreendedor, ou coragem para empreender, perde muito. O patronato não tem espaço para empregar todo mundo. E ainda existe a relação entre os empreendedores de grande porte com os empreendedores micro – uma empresa composta de eu e minhas sete cabeças. O jornalista empreendedor não tem rabo preso. E precisa aprender marketing e publicidade – para aplicar em si mesmo. É uma aventura que pode valer a pena para os que têm coragem.

7. Humanidade

Se ela tiver um AVC, você pode esquecer que seu compromisso profissional é com o público e não com o seu chefe. A sétima cabeça é a primeira que nasceu. Do tempo em que não existia tecnologia nem multifunções. É aquela que mostra que você não é super-homem, nem advogado, policial ou juiz. Ela é a ética, o caráter. É a verdade e o respeito acima de tudo. É o que te dá coragem de abandonar o emprego que paga mal e demitir o chefe sem escrúpulos. É a sua dignidade – que não tem preço. Ou tem?

É por esse trabalho todo que o jornalista é um bicho de sete cabeças.

E os dez chifres?

Cada um com seus problemas. Mas tomara que você tenha nenhum.

Ferramentas como blogs, intranets e instant messengers podem facilitar a comunicação entre as equipes, mas não garantem o sucesso na comunicação de um projeto

Por Margareth Carneiro*

Não há exemplo melhor para falarmos sobre comunicação na área de projetos do que a história do Sultão e seus conselheiros. Um rico e poderoso Sultão, certa noite, sonhou que havia perdido todos os dentes. Preocupado, ele mandou chamar seus dois conselheiros mais sábios. Ao perguntar para seus eles o que significava o intrigante sonho o primeiro lhe falou:

Todos da sua família morrerão antes de vossa alteza!

O Sultão, transtornado e furioso, mandou para a masmorra o insensível e agourento sábio.

O segundo, ao ser consultado disse:

Este sonho quer dizer que o senhor terá uma vida muito longa.

Satisfeito com a resposta, o Sultão concedeu um polpudo prêmio por sua sabedoria.

Ambos os sábios escolheram palavras e formas diferentes para dizer a mesma coisa ao Sultão. No entanto, a forma como as coisas são ditas, por mais corretas e precisas que estejam, podem desencadear as mais diversas reações nas pessoas. Portanto, na comunicação existe um aspecto comportamental muito importante que não pode ser negligenciado pelo líder.

No mundo corporativo, principalmente na área de gestão de projetos em que a realização de todas as atividades com prazo, qualidade e custos desejados é fundamental, a comunicação é essencial para que as “engrenagens” funcionem de forma harmônica e no tempo necessário.

E como gerenciar todas as informações geradas nos projetos de modo eficiente?

O primeiro passo é planejar a comunicação. O processo não pode simplesmente acontecer. O gestor e sua equipe devem definir como irá ocorrer. É claro que é inevitável as pessoas conversarem, trocarem idéias, mas a comunicação oficial do projeto deve ser bem definida e clara para evitar ruídos e desentendimentos. Portanto, para planejar a comunicação em projetos devemos pensar nos objetivos, nas reuniões que teremos, nas mensagens e documentos que serão gerados e trafegados durante toda a sua execução, nas estratégias de comunicação, na temporalidade da comunicação, mídias utilizadas e após o término do projeto, o arquivamento de todo conteúdo gerado.

Comprometimento – Atualmente temos tecnologia que apóia sensivelmente essa comunicação tais como blogs, portais, intranets, sistemas de gerenciamento de projetos, e-mails, instant messengers e outros dispositivos. Mas tais avanços e facilidades podem facilmente se transformar em problemas de over communication. Quem não recebe emails em demasia? Quem não recebe emails com documentos anexados de páginas e páginas? Utilizar apropriadamente as mídias e tecnologias disponíveis é fundamental para se obter o desejo e o comprometimento dos elementos do projeto.

De acordo com Bill Quirke, consultor inglês e autor do livro “Communicating Change”, existe uma mídia apropriada para cada tipo de comprometimento necessário. Um bom exemplo é o famoso e-mail, que é muito bom para conscientização (ou seja, recebo um email e tenho noção do assunto). As pessoas recebem e-mails ou boletins de informações e ficarão conscientes das ações executadas pela equipe, mas nem sempre passar um email é ter o comprometimento e engajamento necessários.

Quando se pretende um envolvimento no assunto, é necessário fazer algo presencial ou interativo, como reuniões ou conferências para a troca de informações e geração de idéias e conhecimento. Portanto, o uso apropriado de mídias de comunicação tem o poder de gerar o envolvimento e o comprometimento das equipes.

Se planejar a comunicação é fundamental, de nada vai adiantar se não nos preocuparmos se todas as etapas deste processo foram bem executadas. As informações devem ser geradas no tempo apropriado, enviadas ao público alvo sem ruídos e conforme o planejado. Manter o status do projeto atualizado, com informações consistentes e atualizadas, é fundamental para a boa gestão de um projeto.

Ao mesmo tempo, manter as reuniões produtivas é instrumento vital para manter o projeto em um ritmo desejado e executar correção de eventuais desvios que possam ocorrer. Vale lembrar que persistência e disciplina ajudam muito para a manutenção da comunicação.

Essa comunicação ainda é fundamental no encerramento de projetos. Todos os documentos gerados devem estar sistematizados e guardados. Ao final deve-se fazer um relatório e sistematizar as lições aprendidas coletadas durante o projeto. Dessa forma erros passados não serão cometidos e futuras execuções de projetos serão mais dinâmicas e eficientes.

 

*Margareth Carneiro é PMP e MSc, co-autora dos livros Gerenciamento das Comunicações em Projetos, da Editora  FGV e Projetos Brasileiros – Casos reais de Gerenciamento, da Editora Brasport, e Diretora de Gerenciamento de Projetos da Compass International (www.compassbr.com.br).

Ser empregado em uma boa empresa já não é o sonho de 25% dos universitários. Decididos, eles buscam conteúdo que agregue conhecimento prático ao futuro negócio. Também não falta coragem para abandonar o curso e a instituição errada. E os mais ousados não esperam a chegada do diploma para dar início à empreitada.

Por Débora Carvalho*

Já se foi o tempo em que os jovens ingressavam na universidade apenas para garantir um emprego melhor. Entre os empreendedores brasileiros, 25% são jovens – o que faz do País o terceiro com maior número de empreendedores entre 18 e 24 anos. E o número tende a aumentar, segundo a pesquisa 2008 da GEM – Global Entrepreneurship Monitor. São quase 4 milhões de jovens empreendedores – 15% da faixa-etária. Geralmente, prestam serviços especializados como informática, contabilidade e comunicação empresarial.

[Mais no Empreender News]

Texto de Thales Brandão, publicado no Cidade Marketing.
O azul e o laranja inconfundível. Você conhece de cor, você conhece de cor.

http://www.cidademarketing.com.br/2009/blog/mercadologia/23/o-laranja-e-azul-inconfundivel

Não é só uma grande empresa que precisa e pode ter uma marca forte como essa.

Por Débora Carvalho

“Mulheres sem Fronteiras” é o tema do Congresso da Mulher 2009, que vai acontecer no domingo 28 de junho, no Unasp – Centro Universitário Adventista de São Paulo. Workshops de moda e beleza prometem levantar a auto-estima das congressistas, além de reflexões  espirituais, palestras com psicólogos e o lançamento da 9ª Edição da campanha Quebrando o Silêncio – de prevenção ao abuso e violência doméstica.

Produzido pela liderança feminina da Igreja Adventista do Sétimo Dia da região Sul do Estado de São Paulo, o encontro traz – além da reflexão espiritual – informações para o exercício da cidadania e da auto-estima. Uma equipe de profissionais da aera de psicologia apresentam palestras e seminários em diversos setores como relacionamento, família e empreendedorismo.

Beleza por dentro e por fora

À tarde, serão apresentados workshops animadores: moda e estética, etiqueta social, estética facial, manicure e pedicure, drenagem linfática, cabeleireiro, massagem, entre outros. Oferecidos pelo Espaço Comunidade Esperança, o objetivo dos workshops é motivar o empreendedorismo feminino nesse setor com mercado promissor.

Campanha Quebrando o Silêncio

Ainda no período da manhã acontece o lançamento da Campanha Quebrando o Silêncio, projeto anual de prevenção e combate ao abuso e violência. Estima-se que duas em cada cinco mulheres sofreram algum tipo de abuso sexual na infância.

“Queremos chocar, alertar e oferecer informações que ajudem a diminuir esses números e salvar vidas”, diz a diretora do evento, Rosemari Tavares de Oliveira, líder das mulheres adventistas na região. Às 1oh, será apresentada uma dramatização sobre o tema, baseado em fatos reais de depoimentos reunidos por psicólogas. “Não podemos fechar os olhos e ficar caladas diante desse crime.”

Materiais de apoio à campanha estarão à disposição, bem como no setor deAlmoxarifado na Rua Paulino Vital de Moraes, 333.

O evento acontece das 9 às 17h, e a entrada é franca. O auditório tem capacidade para receber até 3 mil pessoas.

SERVIÇO

Evento: Mulheres sem Froteiras – Congresso da Mulher 2009

Data: 22 de junho, das 9 às 17h

Local: Unasp – Centro Universitário Adventista de São Paulo
Estrada de Itapecerica da Serra, 5859 (próximo da 47ª Delegacia de Polícia)

Ingressos: Entrada franca

Publico-alvo
: Líderes sociais / Mulheres interessadas

Mais informações: (11) 2128-1024

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